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Minas Gerais volta a registrar saldo positivo de emprego

 Após queda em setembro, Minas Gerais volta a registrar saldo positivo de emprego

De janeiro a outubro deste ano, houve a geração de 53.921 postos de trabalho com carteira assinada

 

Minas Gerais voltou a apresentar saldo positivo de empregos em outubro, com a geração de 4.509 postos de trabalho, após um resultado negativo de 4.291 vagas no mês anterior, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. 

Em outubro do ano passado, o saldo de postos de trabalho no Estado havia registrado a perda de 5.889 vagas.

De janeiro a outubro deste ano, houve a geração de 53.921 empregos com carteira assinada. No Brasil, o Caged de outubro também apresentou a geração de 76.599 postos de trabalho, o que representa uma expansão de 0,20% em relação ao mês anterior.

O saldo de empregos em outubro em Minas Gerais é resultado da admissão de 132.920 trabalhadores no mercado formal de trabalho e o desligamento de 128.411. Segundo análise do Observatório do Trabalho da Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese), em relação ao saldo positivo de emprego de outros estados, Minas Gerais ficou em 8º lugar no ranking, atrás de Alagoas (16.939), São Paulo (11.349), Pernambuco (8.718), Santa Catarina (8.611), Rio Grande do Sul (8.084), Sergipe (5.491) e Paraná (4.749).

Por setores da atividade econômica, a maior geração de empregos formais em Minas ficou com o comércio (4.129), seguida pelos serviços (2.738), construção civil (1.888), indústria de transformação (1.182) e administração pública (44).

Houve retração na geração de postos de trabalho com carteira assinada nos setores de agropecuária (-5.278), serviços industriais e de utilidade pública (-98) e extrativo mineral (-96).

No segmento do comércio, o subsetor comércio varejista foi responsável pela criação de 3.632 postos de trabalho. Em relação a serviços, o resultado positivo se deve, principalmente, ao bom desempenho dos subsetores do comércio e administração de imóveis, valores imobiliários e serviços técnicos (1.890), serviços médicos, odontológicos e veterinários (512), transportes e comunicações (170), instituições de crédito, seguros e capitalização (94) e ensino (93).

Já o resultado negativo do setor agropecuário foi puxado para baixo pelo cultivo de café (-3.693), cultivo de plantas de lavoura temporária (-923) e a horticultura (-366).

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